Lema de Vida:

Aprender até morrer, morrer sem nada saber!!

sexta-feira, julho 29, 2005

Seca em Portugal

Alqueva desceu 3 metros
Maior lago da Europa perdeu 15% da sua capacidade em apenas nove meses

A barragem de Alqueva já baixou três metros desde o momento em que atingiu o ponto mais alto, em Novembro, quando chegou a ter 3320 hectómetros cúbicos, à cota 148. Ou seja, o maior lago artificial da Europa perdeu cerca de 500 hectómetros cúbicos de água nos últimos meses, 15% da quantidade que dispunha em Novembro. Uma quantidade tal de água que daria para abastecer uma câmara como a de Almada (160 mil habitantes) durante 29 anos. (DN, 28/07)


Mas o que é impressionante é que as autarquias continuam a regar os seus canteiros nas horas de maior intensidade solar... que as pessoas continuam a escovar os dentes e a barbear-se com as torneiras abertas... e que no Algarve se continuam a regar os grandes campos de golfe... só pra turista ver!
Será que ainda ninguém percebeu a seca que atravessamos? Tirando a parte do sensacionalismo dos telejornais, aoinda ninguém sentiu os efeitos da seca???

5 comentários:

Jorge disse...

Mas perdeu como? A produzir energia? A debitar o caudal ecológico?

AnaCristina disse...

Pela evaporação... que, por sua vez, indica muito sol e temperaturas elevadas...

kapa disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
kapa disse...

É uma pena que muita gente ainda não tenha percebido o problema da seca que existe no nosso país.

Após ter colocado aqui um comentário, o qual apaguei, recebi a informação e postei no meu cantinho, que a empresa gestora das águas do alqueva estava a fazer a retirada de peixes da barragem de Lucefecit, em Terena, devido à pouca água que actualmente esta barragem possui.


No meu pequeno passeio, passei por Óbitos e fiz uma paragem, mas pode-se lá passar muito mais tempo como tu dizes, e eu também já lá fui várias vezes, esta foi mais uma.

Um grande beijinho, e uma boa semana.

Miguel Sousa disse...

belo texto...pena que com o essencial da vida, os nossos govrnantes (bem acompanhados pelos jornaleiros) não se preocupem